segunda-feira, 22 de junho de 2015

Metástase, recidiva. Como lidar com novos eventos?


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A notícia do diagnóstico de um câncer é sempre dolorosa e de difícil compreensão e traz uma série de questionamentos, dúvidas e medos aos pacientes e seus familiares. Mas passado o período de assimilação - afirmam muitos pacientes – o medo começa a se dissipar, dando lugar a perspectiva da cura. 

A cura eventualmente se concretiza e o câncer passa a fazer parte do passado. No entanto, em muitos, após curto ou longo período de tempo, a doença retorna ou dissemina-se para outros órgãos do corpo exigindo um novo olhar e entendimento do paciente para o seu tratamento e sua vida. 

Quando se fala em recidiva e metástase, em vez da cura, ele passa a lidar com a busca pelo controle de sua doença. 

Via de regra a notícia é ainda mais difícil e muito disso deve-se ao estigma que gira em torno do câncer. Isso porque, há algumas décadas, metástase e recidiva eram sinônimo de terminalidade de uma vida, mas hoje, com a ciência e a medicina debruçadas no combate à doença, é absolutamente possível viver com câncer e controlá-lo assim como a outras doenças crônicas, como a hipertensão e diabetes. 

A presidente do Instituto Oncoguia e psico-oncologista, Luciana Holtz, aponta que é importante que a paciente tenha uma relação franca com seu médico, para que possa entender o que está acontecendo com o seu corpo e quais são os caminhos do seu tratamento.

Por outro lado, alerta a psico-oncologista, é a própria paciente que deve dar ‘o tom’ para esse entendimento. "O quanto ela quer estar na linha de frente do tratamento, o quanto ela quer tomar as decisões com o médico dela (...) tudo isso deve ser decidido pela paciente. E se o profissional não está alinhado com esta decisão, a paciente deve saber que tem o direito de mudar de oncologista”, afirma.

Por: Oncoguia

5 comentários:

  1. MEUS QUERIDOS,
    Quem me conhece sabe da minha experiência jurídica na área de saúde, e nos últimos tempos, tenho visto inúmeras reportagens sobre a cura do câncer através da substância FOSFOETANOLAMINA.
    Meus avós, tios, e outros parentes próximos sofreram e alguns até morreram por esta doença então meu interesse é legítimo.
    Sim, o tratamento é experimental, e por isso, ainda não tem aprovação da Anvisa ou chancela da ANS. Mas os relatos de resultados são tão surpreendentes que tem feito muitos pacientes procurar o medicamento.
    Nos últimos meses, o assunto tem sido pauta de discussões acirradas no Poder Judiciário e, graças a Deus, a decisão mais recente autoriza o uso das cápsulas, caso tenha indicação médica.
    Claro que existem interesses obscuros nessa comercialização e não se pode deixar de cogitar do prejuízo que a indústria farmacêutica terá com o eventual reconhecimento de cura da doença da substância.
    Imaginem. Despesas mensais por pacientes que alcançam mais de R$ 100.000,00 ao mês. POR PACIENTE!!! Tudo indo por água a baixo, pois o valor de mercado da fosfoetanolamina é de R$ 0,10 por capsula.
    O fato é que os pacientes que estão sofrendo não podem deixar de tentar esta alternativa. Claro, isto se o médico que lhe dá assistência não apresentar nenhuma resistência.
    Por isso, e não só por ser advogada militante nesta área, convoco a todos para lutar pela liberação das cápsulas, judicial ou extrajudicialmente.
    Segue o link para assinar a petição!
    Sem preguiça pessoal!!!!

    http://www.peticaopublica.com.br/psign.aspx?pi=BR85788

    **** Para quem precisa de orientação jurídica, meu perfil no facebook é https://www.facebook.com/natpoletto

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  2. Precisamos de ajuda,vamos compartilhar .

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